Santiago: Diálogos Sobre a Autoridade Documental

Flávio Bellomi-Menezes

Resumo


Busca-se, no presente artigo, analisar as questões que perpassam sobre a atividade documental, com ênfase no quesito “autoridade documental”, aqui tratada no sentido de ser aquilo que o/a documentarista se vale para apresentar sua obra como verídica. Procurou-se utilizar três elementos que formarão o diálogo sobre essa autoridade: O objeto, o filme Santiago (2007) de João Moreira Salles, a visão por meio do ramo audiovisual, feita por Silvio DaRin no livro Espelho Partido (2004) e a visão por meio do ramo tanto antropológico como da crítica literária, feita por James Clifford no livro A experiência etnográfica - antropologia e literatura no séc. XX (2002). O documentário então é analisado a partir desses dois pontos de vista distintos, onde se retiram dilemas sobre os rumos dessa dita “autoridade documental” e os horizontes que são apresentados tanto pela direção quanto pelos sujeitos documentados, resultando na inquieta pergunta: qual o futuro da autoridade no documentário audiovisual?

PALAVRAS-CHAVE: autoridade documental; metodologia; antropologia do audiovisual.


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